Minha história com GNU/Linux (Parte 4/4)

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Passado esse desejo gráfico, minha empolgação continuava. Tantos softwares diferentes, todos ali instalados, e o mais sensacional, um lugar onde se podia encontrar vários outros à distância de alguns cliques prontos para instalar. Conheci muitos projetos ali nos repositórios, e lembro que, como não consegui configurar a conexão dial-up, baixava todos os pacotes .deb no Windows e voltava para instalá-los no Ubuntu. Até hoje não sei como configurar o dial-up.

Quando a banda larga chegou, minhas visitas a Windows ficavam cada vez menos frequentes. Com exceção de jogar GTA Vice City e aquilo que não sabia fazer no GNU/Linux, conseguia tudo usando ele. Mês a mês, versão a versão, logo me tornei um assíduo utilizador do sistema e entusiasta do movimento do Software Livre.

Agora terminando este texto, que me levou a uma reflexão que nunca havia feito (não deste tamanho, na verdade isso era apenas um post, que virou dois, três, quatro e poderia ter virado mais), vejo que tudo começou com a curiosidade, de aceitar o estranho, querer explorar o diferente, sair da zona de conforto. Não tão trivial, começou com um passo, pequeno, para conseguir algo maior.

Convido a você, que não conhece desse mundo, porque não dar o primeiro passo e explorar o diferente também? Instale uma distribuição GNU/Linux no seu computador.

Foto: FSF

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