Minha história com GNU/Linux (Parte 3/4)

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Ainda tenho a copia comigo, Ubuntu 7.04, mas já era Setembro. Conferi as instruções do CD, não sei se estavam em inglês ou não, e coloquei no driver de CD-R 52x, mas nada acontecia. Na verdade eu não sabia que deveria se inciar o CD trocando as configurações na BIOS do computador. Muito básico, não? Mas compreensível para meus conhecimentos naquela época (não que eu seja um expert hoje).

Um dos paradigmas foi quebrado na hora, pois dizer que instalar GNU/Linux era coisa difícil, que precisava configurar uma porção de coisas, baixar drivers, isso não aconteceu para mim. Contudo, mais religioso, acredito ter rezado para que nada desse errado e o computador fosse parar na assistência. Como se Deus provesse um suporte técnico divino em caso algo saísse errado, rs.

Depois de instalado, reiniciei a máquina e conheci o GRUB. Selecionei a opção da distro e aguardei, não muito, pois carregava mais rápido que o Windows. A minha grande motivação foi logo por água a baixo, já que o driver livre utilizado para controlar a placa gráfica SIS não tinha suporte a aceleração gráfica. Nos fóruns descobri que a SIS não fazia e nem disponibilizava o código-fonte para a produção de drivers com aceleração. Aqui comecei ter noção sobre o que era  ser proprietário e livre.

Foto: Altervista.org

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